Neste peso de cauda que me prende, solto as asas para sonhar.
Eterna a falta que me fazes. Constante este interno palpitar.
Se eu fosse deusa para te prender nos braços, deixaria de condenar este sentimento alado, que se opôs contrariado, a qualquer juízo consciente.
Quando foi que as nossas almas se tocaram e eu não vi?
Quando foi que deixei esta fraqueza penetrar-me o coração vazio e agora o deixou transbordante?
Quando foi…
que toda a minha vida mudou, por ti?




